
O atestado de óbito, de uma forma ou de outra, presume o modos vivendum do extinto.
Cirrose hepática: era um camarada alegre, sempre pagava uma bebida...
Aids: tinha uma vida sexual intensa e feliz...
Enfarto: pessoa preocupada com os próximos...
Acidente de carro: acabou de comprar um carro novo, estava realizado...
Hantavirose: cheirou cocô de rato.
Ninguém merece.
O quadro "Preparando Enterro na Rede", do pintor Cândido Portinari - avaliado em US$ 1 milhão foi roubado em 2005 da Galeria Thomas Cohn.
2 comentários:
concordo, ninguém merece...
Noutro dia fui a um enterro em que o falecido teve causa mortis a congestão. Ninguém discursou a felicidade do ancião com uma jovem na cama depois da feijoada. É que todos já sabiam...
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