
Saímos da aula com o dever de anotar até o fim do dia, flashes motivadores para uma crônica.
QUEM? Klotz ; O QUÊ? Escrever ; QUANDO? Sempre ; ONDE? Em todos os lugares ; COMO? Teclado ou caneta ; POR QUÊ? Tesão ; QUANTO? Aí a gente negocia...
Manual do escritor – Dicas e ferramentas para quem quer escrever e publicar um livro.
Aprender a técnica literária potencializará seu talento. O conhecimento não serviria de nada para a pessoa sem talento, mas aumenta o alcance de quem a possui.
A prática comprova que pequenas mudanças e melhorias fazem a diferença entre competidores e vitoriosos.
Com bom humor, o autor procurou reunir e compartilhar o que considera mais significativo para o desenvolvimento do ofício da escrita até a publicação do seu livro.
224 páginas a R$ 40,00
Pepino e farofa são crônicas bem humoradas resultantes de 50 anos de inexperiência no comando de um fogão onde a comida é o prato principal.
No divã do psicanalista convence que o milho afasta a depressão e a solidão. Uma formiga em cima da bancada é motivo para uma fábula. Explica como um violão pode influenciar na preparação do almoço.
Só foi possível escrever o livro graças à minha mãe que, na infância, incentivou-me a brincar de carrinho em vez de comidinhas e panelinhas.
160 páginas ao preço de R$ 30,00
Quase pisei! é um livro de crônicas com temática andante. Os mortais caminham, Klotz viaja na criatividade. Com escrita na primeira pessoa do singular, convence os leitores de que tudo é verdade e que aconteceu com ele. Também nos dá a impressão que o mundo só começa a acontecer quando calça o tênis e sai para a rua. Seu olhar de cronista sempre está atento através de lentes irônicas, bem humoradas e às vezes poéticas, quando coloca os óculos líricos. O entusiasmo e a alegria do autor são contagiantes.
160 páginas ao preço de R$ 30,00
Quer um livro(s)? Por favor, envie seu endereço para robertoklotz@gmail.com
ou no Facebook.
A dedicatória é para você?
A postagem nacional é por minha conta.
Depósito no Itaú
Ag 3932 CC 23591-8
6 comentários:
Comentários ao texto no Comunidade orkutiana Bar do Escritor
**GIB@** - Boa Idéia. A crônica já está aí. Gostado.
Larissa Marques - Pois, olhares de poeta e pena fazem bom mote!
ótimo texto!
AMÉRICO LIMA - E tudo flora motes na visão dos poetas, adimiravel texto,obg!
Fillipe - Legal o texto. Tudo é culpa do maldito senso crítico.
Abraço.
Klotz - Obrigado pela leitura.
Falta de inspiração? Nunca. É um texto despretensioso que mostra como os inúmeros motes para a escrita estão bem à nossa frente. É preciso, porém, ter disposição para escrever.
Cesar Veneziani - Inspiração é tornar o óbvio belo...
Sua análise "inversa" é óbvia... E bela!!!
edson feuser - Boa Scrots
hã ? rs.. Gostei... quero "Pepino e Farofa" entro em contato, sinal de fumaça, tambores ou e-mail.
Bjo
Vou enviar o livro por fumaça, tambor ou e-mail.
Beijo só ao vivo.
Klaus Merschbacher– Um primor, uma das melhores crônicas que li esse ano, sem brincadeira.
É isso mesmo: uma camera digital talvez não fizesse um retrato tão bom da impassividade.
Valeu, Klotz.
Essa valeu meu dia.
Calaça Produções – boa idéia, boa crônica!
Klaus – Boa é pouco. Ótima.
Carla e Anderson – Olha, só não vou dizer que foi a melhor que li esse ano, pq ando lendo um livro de crônicas da Clarice que tem me fascinado. Mas digo, sem a menor sombra de dúvida, que está excelente e que gostei muito de ter lido.
Carla.
Klaus – dddddddddeeeeeeeeeeeeeerrrrrrrrrrrrrrrrr
Klotz – Puxa, Calaça até hoje não agradeci, de público, a sua gentileza no dia do lançameto do meu livro. Então aqui vai: Agradecimentos públicos.
Menos Klaus. Menos. Esse povo maldoso vai sugerir que paguei jabá para você elogiar.
Você tá me gozando, Carla? Sem comparações.
O que você quis dizer com dddddddeeeeerrrrrr? (será que esqueci de algum d, e ou r?)
Só hoje li. Cade minha prioridade de editora? Magoei....Mas mesmo assim, como sua mais ferrenha critica deixo aqui meu parecer: Klotz, voce esta cada dia mais Klotz. Vejo voce e seus comentários nas linhas e entrelinhas. Muito, muito, muito, muito bommmmmmmmmmmm. His.
Ontem recebi um e-mail do anônimo dizendo-se anônima.
Por uma questão de espaço, suprimi algumas linhas.
“Tudo bem ?
Quero me desculpar por não ter ido ao lançamento, vi as fotos: muito legal.
Parabéns, mais uma vez !!! ( mesmo que hiper atrasado, mas penso que desejar algo bom pra alguém pode ser atrasado, adiantado rs...)
Navegando na net, achei seu blog adorei seus textos, eu escrevo mal pacas, não
tenho pretensão nenhuma escrever algum livro, mas escrever um bom texto
é bem legal, tipo me fazer entender, se é que me entende?
Então ... quero o Livro* mas quero continuar anônima pode ser ?
Só não sei como faremos isso, alguma idéia ?
o problema de se apresentar ? Nenhum.
Só quero ficar quietinha no escuro, pode ser ?
Agora quando comentar sues textos assino como Chiquita !!!!!
Beijossssssssssssssss
* nota – observe que a anônima leitora escreveu Livro com maiúscula. Só Pepino e farofa, a Bíblia e o Corão têm este tratamento. Obrigado.
Ontem mesmo respondi o e-mail da anônima, agora devidamente identificada como anônima Chiquita.
Também por questão de espaço, suprimi algumas linhas. (aquelas que falavam de sexo explícito)
Chiquita,
Não precisa se desculpar por não ter ido ao lançamento.
Convidei todo mundo. Muito mais de um milhão de pessoas não compareceram.
Obrigado. Obrigado mesmo. Agradeço logo. Ao contrário de parabéns, agradecimentos devem ser agradecidos logo após parabenizados.
Conte melhor esse episódio da navegação na net. Em que mapa você encontrou a rota para chegar ao meu porto?
Há muitas formas de você receber o meu livro e permanecer anônima.
a) Você escolhe um barzinho daqueles bem lotados. Marca dia e hora. Vou até lá escolho uma mesa bem à vista e você pede ao garçom para levar o dinheiro para mim numa sacola (lembre-se que é muita grana). Eu recebo, discretamente confiro a dinheirama e deixo o livro sobre a mesa e vou embora. Você pega o livro 10 minutos depois.
b) Você esconde o dinheiro debaixo de um mouse pad de uma lan house. E manda um e-mail par mim informando qual o local. Vou até lá retiro a prata, entrego o livro para o caixa dizendo que achei o livro. Você passa lá no dia seguinte e prova ser a Chiquita e leva o livro. Com a dedicatória;
c) Você deposita R$ 28,13 na conta 602925-6 do BB agência 2873-8. Os 13 centavos indicarão que foi você. E eu coloco o livro em algum lugar pré-determinado ou no correio.
d) Você marca um dia, hora e local. Usarei uma venda (daquelas de sex shop) que não permite enxergar nada. Você me entrega o dinheiro em várias notas de cem (não terei como verificar, estarei vendado) e eu entregarei o livro.
e) Existe também a possibilidade de você contratar uma pessoa para receber o livro em seu lugar, no dia hora e local determinado.
Não há nenhum problema em não querer se apresentar. Acho isso ótimo. Vai engrandecer o currículo do meu livro.
“Pepino e farofa é fetiche de maluquinha que quer ficar quietinha no escuro” (Caracas: isso dá uma crônica)
Beijo,
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